How to Get Away With Murder - 5x07 - I Got Played

Por Bruna Horta

13 de novembro de 2018

Apesar de muito esperta tantas outras vezes, infelizmente nossa deusa mor Annelise Keating foi manipulada pela Governadora. Eis a temática da semana. 

Assim como Sam fez com a mulher traindo-a por sabe-se lá quantos anos, a advogada deixou ser enganada e manipulada pela Governadora, depois de tantos anos. Estava tão claro que era uma cilada, mas pelo visto ainda há algo de inocente na personagem. Desde o fato de não querer que ninguém soubesse que ela trabalhava pra chefe do Estado, passando pela morte de Nate Sênior no dia da transferência para o hospício, até mesmo a recusa em abrir um inquérito para investigar a tal morte. Felizmente a advogada conseguiu se livrar de trabalhar para a megera e esperamos uma vingança à altura, com a ajuda de Nate, Tegan, Emmet e os alunos da clínica. 

Além de Annelise, Michaela e os membros da clínica foram manipulados pela simpatia e beleza de Gabe. Mas Laurel e Frank estão atentos para os passos do rapaz que aparenta saber da história de Wes. Ainda não sabemos muito do que se trata, mas possivelmente Gabe é filho daquela amiga de Annelise do passado e pode ter a ver com o tal pedido de adoção que Keating fez e que a Governadora tentou chantageá-la. Só resta saber quais as intenções do estudante e se todo o charme jogado em Michaela será em vão ou não. 

Afinal de contas, o flashfoward dessa semana nos apresentou um corpo masculino caído no chão. Quem será a vítima de Bonnie? Nate? Miller? Frank? Ou o próprio Gabe? Duvido que as possibilidades se abram além deles. 

Bem, depois de manipulação, o outro tema secundário abordado no episódio foi empatia. Vários personagens se viram na dor do outro e conseguiram fazer esse suporte aos sentimentos de amigos e colegas. Um dos mais nítidos foram entre os negros da série. Enquanto Michaela foi a que demonstrou sentir a dor de Nate ao ver que o inquérito a respeito da morte do pai dele foi um fracasso, ela esteve ao seu lado para apoiá-lo. Foi bonito ver também não só a empatia de Tegan por Annelise, mas nesse caso também a sororidade entre as personagens. Graças à colega, a protagonista consegue o emprego de volta e ganha uma aliada para bater de frente com a governadora. Quem sabe até uma amiga que poderá lhe ajudar com o problema com a bebida, agora que teve uma recaída. 

Por fim, temos o suporte e a empatia entre o casal Connor e Oliver, desde a reunião com a reverenda (uma das cenas mais fofas da série), até a cena forte de Connor batendo no cara na rua que chamou os dois de viados. É bonito ver como cada um em sua tribo foi se apoiando ao longo do caminho: negros, gays, estudantes, mulheres... mesmo com todos os contratempos e desafio no caminho. Sigamos acompanhando!
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