Feminismo em Foco: Reivindicação dos Direitos da Mulher

Por Ellen Joyce Delgado

14 de outubro de 2018


Vivendo em pleno séc. XXI, ainda podemos sentir a desordem de direitos distribuídos às nossas cidadãs. Baseado em uma obra escrita há mais de 200 anos, hoje Feminismo em Foco faz um grito à sociedade: Reivindicação dos Direitos da Mulherfazendo jus ao nome do livro

É difícil acreditar como muitas pessoas ainda se apegam à uma visão sexista dos direitos comuns da cidadania. Mesmo depois de tanto tempo passado e uma evolução supostamente vivida, existem pessoas que continuam classificando o movimento feminista uma desordem imbecilizada. Poucos sabem que por meio das forças femininas - na maioria das vezes – a inclusão da mulher passou a fazer parte dos privilégios sociais comuns. 

A escritora da obra, Mary Wollstonecraft, era tida pela sociedade em sua época como suprimida. Era uma mulher que não estava mais em seu primeiro casamento e mantinha sempre seu pulso firme quando o assunto era liberdade, igualdade e fraternidade. 

Qual habilidade eleva um ser acima de todos os outros – ou outras? Qual o propósito tínhamos em promessas de casamentos? Injúrias de amor? Servas domesticadas? 


Quando falo isso, não exprimo minha opinião à sociedade, trago apenas fatos que devem sim ser hostilizados. 

Se temos alguns tipos de direitos atualmente – o que ainda muito nos falta na práticao agradecimento deve ser voltado aos movimentos feministas. Não há uma luta sem voz, não há uma vitória sem combatentes. 

Não julgue algo sem ao menos entender o princípio fundamental de tudo. A autora do livro questionava os princípios básicos da sociedade em busca de uma verdade e disputa contra o preconceito existente. Sua ideia era fortalecer novas mentes femininas e expandir a visão de todas para o fim de uma cegueira à obediência. 

As mulheres não deveriam ser consideradas como seres imorais, mas inteiramente independentes para o exercício de sua capacidade. 


Os movimentos feministas – totalmente diferente de forças femistas – sempre usaram seus grandes esforços para desenvolverem seus próprios recursos e satisfação capacitada. No que se diz respeito ao caráter feminino, a obediência é a grande lição que nos tornou mais resistentes. 

“Mas a natureza deu à mulher uma estrutura mais fraca que a do homem”. Nossa luta não é uma guerra confrontada. Não queremos o uso da delicadeza para conquistar algo. Quando a luta é por direitos iguais, esses diretos referem-se aos princípios básicos da sociedade, poder de voz, sabedoria, inclusão. 

Admito que, em algumas circunstâncias, as mulheres tenham obrigações diferentes a cumprir, mas esses são nossos deveres humanos. Assim como o lado masculino também traz consigo essa ideologia social. 

Na verdade, a tarefa da vida deve ser cumprida como a elegemos. Não desejo que nós mulheres tenhamos poderes sob os homens, mas apenas sob nós mesmas. 


Ao invés de educarmos os jovens para estarem preparados para os males da vida, daremos à eles o conhecimento da dignidade humana e a virtude da execução de todos esses princípios básicos para um convívio social equilibrado. 

Não teremos uma obediência cega, nossa convicção é baseada na razão. Que um dia se perca toda essa ignorância e teremos assinado nosso caráter moral. 

Não vão nos censurar, nosso esforço está perpetuado. Não nos prendemos em uma fraqueza física. Nossa força é intelectual. 

Façamo-nas livres, e imediatamente estaremos correndo em busca de nós mesmas.



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