American Horror Story - 8x05 - Return To Murder House

Por Ana Silvia Soeiro

19 de outubro de 2018

Finalmente a temporada oito fez referência àquela que sem dúvidas é um dos alicerces do show: a primeira parte, aquela que deixou os espectadores como eu impressionados. Honestamente, quando vi que os produtores da série mais carente da história (vulgo Glee), iriam criar uma série de horror não dei nada além de uma risada. Eis que desde o primeiro episódio da primeira temporada a série me prendeu de uma forma impressionante. Vamos ao episódio dessa semana!

Todos sabíamos que Michael era um dos gêmeos de Vivien e que supostamente era filho de Tate. Mas a medida que Maddison e Behold angariam informações sobre seu atual Supremo a situação se torna mais e mais preocupante. De uma suspeita de Cordelia, Michael passa a ser visto como o que é: o mal encarnado. Ponto.

Não existem palavras suficientes para externar a saudade de Jessica Lange e vê-la de volta como Constance foi um momento único. Afinal de contas, é Constance quem explica aos bruxos quem é seu neto. Sabemos através dela que apesar de variados esforços, Michael nunca apresentou mais do que o lado sombrio de sua personalidade. Até mesmo seus arroubos são momentos de maldade pura. Nem mesmo a terapia com Ben conseguiu trazer o lado bom do garoto, e a intervenção de Tate só serviu para apressar as coisas para o mal.

Até aqui senti falta de Vivien, me perguntei como uma mãe deixaria o filho passar por tudo o que Michael passou sem tentar ajudar o garoto. Até mesmo Ben, tentou com terapia e com conselhos, extrair algo de bom dele, mas Vivien não. Então a própria entra em cena e explica que ao contrario do que todos pensam, nunca houve uma chance para Michael. Ele sempre foi um condutor de todo o mal que habita a casa. A aparição de três satanistas mais uma vez só apressou as coisas. Langdon precisava se sentir adorado e infelizmente foi. 


Agora o que será feito para parar o filho de satanás? Behold não se deixou (até agora) corromper pelo poder e parece disposto a lutar pelo bem, até mesmo Maddison com todo seu egoísmo mostra no finzinho um pouco de bondade ao juntar um casal com problemas. Mas os espíritos da casa - e aqui fica outro registro de como o episódio foi único ao unir na paz eterna Moira e sua mãe - não podem mais ser ajudados. A humanidade sim. Será que teríamos chance de sobreviver à um Michael Langdon? Saberemos nos próximos episódios!

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