Cinema em Foco: Homem Formiga e a Vespa

Por Ellen Joyce Delgado

26 de julho de 2018


Entre os mais aguardados do ano, o Cinema em Foco não poderia deixar de trazer uma resenha sobre o filme Homem Formiga e a Vespa

Produzido pela nossa querida Marvel, o filme continua o elo inquebrável entre as outras produções da criadora e não pode ser deixado de lado – caso contrário, não teríamos um entendimento no Guerra Infinita Parte II. 

A trama Homem Formiga não é a mais forte da Marvel, mas, ainda assim, eles sempre se sobressaem com as produções e capricham em todos os aspectos. Existe uma forte combinação entre um humor descomplicado e casos de família - o que acaba deixando o filme mais chamativo.



Scott (Homem formiga) segue sua vida sofrendo uma prisão domiciliar depois de ser pego em Guerra Civil. Durante dois anos ele deveria manter-se em casa, sob supervisão do FBI. Ele realmente foi resistente nesses aspectos. Passou boa parte de seu tempo tendo uma ligação direta com sua filha e tentando não se envolver em maiores problemas. Mas, como a Marvel sempre gosta de causar, se você não vai até o problema, o problema vai até você. E assim se fez. 

Apenas três dias para o término de sua prisão domiciliar, Scott acaba tendo um sonho um tanto quanto estranho com Janet Van Dyne (mãe de Hope, antiga Mulher Vespa). A mesma, que estava perdida há 30 anos no mundo quântico

Depois do conhecimento desse sonho, uma nova Mulher Vespa surge, com o intuito de uma luta para o fim de uma separação fraterna tão longa. Não fica difícil saber que essa seria a Hope em busca de sua mãe.

O reencontro entre Homem Formiga e a nova Mulher Vespa se finda aí. 



O roteiro precisava de um vilão. Acredito que essa seja a Vilã Fantasma. Esse fator deixa um ar duvidoso porque a luta, em si, não foi fundamentada com características absolutamente cruciais. A Vilã precisava do acesso ao mundo quântico, também, porque lutava por sua sobrevivência. O desejo não era a morte de todos, mas sua própria salvação. Não houve uma luta tão sóbria entre ambas as partes. Ainda assim, essa não foi uma derrota para o filme. 

Como já foi dito, essa não é a maior produção da Marvel. O contexto é apenas um anexo para as próximas produções, e o filme busca muito mais diversão do que seriedade. 

A atenção deve ser presa no Reino Quântico. Essa busca e viagem por ele que traz uma possível relação ao próximo Universo da Marvel – não perca a cena pós-crédito

Eu o classifico como um bom filme. A produtora tenta sempre fazer aquilo que o público quer – e ainda mais. Não perdeu pontos quanto a isso. A história não é a principal da trajetória heróis, mas, sem ela, o universo Marvel não teria tanta graça. 

Cada herói traz sua marca registrada: o sofredor da pátria, o rico cômico, a mulher obscura... Esse é apenas mais um que, com sua  graça barata, acaba formando um grupo completo. 

Não perca tempo e vá logo assistir. Lembrando que Marvel, agora, só no próximo ano. 😢

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