Dragon Ball Super - 5x41 - Grand Love Showdown! Androids vs Universe 2 (Episódio 117)

Por Alvaro Luiz Matos

26 de novembro de 2017

Tudo bem galera? Eu disse em uma das reviews anteriores que gosto de ver os androides lutando. 17 e 18 nunca deveriam ter deixado o núcleo central de dragon ball, mas já que deixaram, traze-los novamente faz com que as coisas fiquem muito mais legais. Temos tantos personagens bons, que aproveita-los de forma sincera, usual e interessante acaba ficando difícil, afinal sempre haverá um vilão forte e um Goku e Vegeta para enfrenta-lo, mas esse torneio fez uma bela reciclagem, aproveitando ao máximo, personagens clássicos e que deixaram saudades.

Ainda sinto falta é claro de um Gohan forte, um Gohan imponente, que, como com a luta contra Majin Buu, chega e se impõe dizendo que vai matar o seu adversário por tudo o que ele causou. Confiança, essa é a palavra, falta um Gohan confiante, aquele guerreiro da coragem e de bom coração que salvaria o mundo se precisasse. Claro que entendo também que a série o estabilizou como um cara estudioso, um bom aluno, mas da para conciliar hein galera.

Vale dizer que o que mais chama a atenção é como os roteiristas não perdem aquele tom infantil que a série sempre teve, algo simples, que usa o dia a dia nos textos. Batalhar contra esse esquadrão do amor é algo interessantíssimo, porque só assim você pode ouvir frases como: “o amor sempre encontra obstáculos” e morrer de rir dessa baboseira.
O episódio foi decidido pelo amor, porem não pela guerreira máxima do amor, mas pelo amor da numero 18 por Kuririn, que lhe deu forças e garra para vencer Ribrianne. Não sei, ou sou eu e minha eminente emoção para tudo, ou foi super fofo e emocionante as cenas entre 18, Kuririn e Marron. E não é só isso, tudo sobre a numero 18 nesse episódio falou de amor, seja com o seu marido e filha, seja com o seu irmão, que vira e mexe aparecia por ali, para protegê-la ajuda-la e fazer da dinâmica de luta a real força dessa dupla. Sinceramente, deu até vontade de rever a saga onde eles eram os vilões, só para passar mais tempo com eles. 

Mas voltando a eminente forma infantil de que o roteiro se apoia, basta lembrar de que a figura máxima do universo são duas crianças, coisa que só em DGB faz sentido sem ter de ser questionado. Ainda mais quando Ribrianne é vencida e essa duplinha de deuses faz um coração com a mão. Tem algo mais divertido para sua semana?
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