Bones: The Final Chapter - 12x09 - The Steel in the Wheels

Por Janaína Guaraná

15 de março de 2017

Bones, sempre foi sentimento e a condição de vive-los ou deixá-los guardados, a própria Bones os guardou por muito tempo e felizmente podemos ver um pedaço dessa história. 

Mesmo que eu quisesse eu não conseguiria transformar o sentimento de perda que assola a protagonista em palavras. Digo que, nosso mundo é construído em bases sólidas, nossos pais são quem queríamos ser. São eles que nos ensinam a enxergar o mundo com os olhos de quem sabe que não tem um minuto a perder. Quem dera se por um descuido ou poesia, os céus os fizessem eternos. O comportamento aleatório, meio agressivo e solitário após uma perda é aceitável, eu diria que até brando. 

É de amigos que a outra porção da vida, ganha sentido. Amigos que vão e vem, que vivem seus dias e tornam os nossos saudosos, amigos que fazem o que disseram não mais fazer para encontrar sentido quando nada mais faz sentido. Que mostram caminhos, que não conseguimos ver, quando uma nuvem grossa de saudade nos cerca, quando sentimos que não podemos mais, tem sempre aquele amigo que nos mostra um caminho. 

Somos divididos entre amores e amigos. Tem amores que passam rápido igual o verão, tem amigos que faz parte da gente como se fosse irmão, a gente torce por um amor que seja eterno enquanto nos faz sorrir, e ora por amigos que a vida levou para longe. Enquanto a família, é tão parte da gente que não faz sentido explica-la. É o nosso coração que bate em outro peito. 

Aproveitem a poesia que podemos ver em Bones, quando a Brennan não entende alguma coisa, ou resolve algo que nem sabíamos que existia. Quando o Booth acerta em cheio um palpite. Quando o Hodgins entrega a fascinação de trabalhar com o que se gosta. Quando a Angela diz que é uma artista e não consegue lidar com tanta violência. Quando a Cam, une a equipe sem eles notarem o que ela fez. Aproveitem porque, estamos começando a contagem regressiva, 3...
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