Conviction - 1x12 - Enemy Combatant

Por Janaína Guaraná

24 de janeiro de 2017

Sabe quando por mais que você tente, o universo conspira, as pessoas a sua volta conspiram, o destino conspira? Quando por mais que você queira e se esforce essas dúvidas sobre quem você é, e porque tem quem tem ao seu lado, acaba em uma teia de pensamentos e não se desmancha? Quando as palavras não bastam, o sentimento não basta e a gente precisa de algo concreto, algo que possamos pegar nas mãos, ver e sentir para acreditar? 

Foi assim, tudo começou bem e com uma discussão fofíssima sobre colchoes, começou como quando a gente acorda e se sente bem simplesmente por sentir o calor do sol ou o cheiro da chuva. Mas, esses sentimentos costumam existir só para nos prevenir, para nos deixar alertas e normalmente estamos tão absortos na felicidade que nem sentimos a ameaça. 

Uma ajuda humanitária foi providenciada e venceu todos os obstáculos que apareciam, todos se envolveram e salvaram quem tinha que ser salvo das garras da injustiça praticada obviamente por outro ser humano. Nossos conhecidos, como sempre se engajaram pelo simples fato de estar do lado certo da luta, dos próprios princípios e verdade. 

Mas, nem todos se norteiam pelos mesmos pontos, alguns ajudam porque irão ganhar alguma coisa com isso. E não me deixa surpresa o ex-presidente estar jogando, um político nato, não faria nada por anseios morais. E não tem problema, pode-se jogar deixando claro que quer ganhar, mas assuma as consequências, o que no caso do ex-presidente não cairia bem, precisa parecer humanitário e sem segundas intenções. 

Tem certas pessoas que já esperamos que nos decepcione e quando vem delas, o sentimento é pequeno e sempre vem acompanhado de um: eu devia saber. Mas tem decepções que vem de onde menos esperamos e a pior forma de viver é com dúvidas.

Se Conviction acabar, lembrem-se de viver como a Hayes viveria, intensamente.

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