Conviction – 1x09 – A different kind of death

Por Janaína Guaraná

19 de dezembro de 2016

Um amigo foi assassinado em Conviction, esse fato faz duas pessoas que aparentemente não estavam se falando, a trabalharem juntas, por insistência de uma das partes e a clara falta de vontade da outra parte. Vemos Hayes totalmente indisposta em querer trabalhar com Wallace, que diz ser pelo grande amigo e pela injustiça que sua morte está prestes a causar. 

Não esperávamos menos de Hayes, ao ver uma criatura inocente cair nas garras da injustiça ela aceitaria o caso e moveria os sete mares para salvar um inocente das garras da morte. Sim, o episódio traz a superfície o velho debate sobre a pena de morte, que é bem mais cara que manter o condenado na prisão pela vida inteira, e matar alguém por um assassinato é redundante, concordo absolutamente. 

Vemos a equipe correndo atrás das evidencias, da releitura do caso, de provas que inocentem um homem inocente, e vemos também o quão emocional um caso dessa proporção afeta os envolvidos, seja pela serenidade do acusado e inocente, ou seja, pela injustiça que é ver uma pessoa inocente morrer, eu disse MORRER, por algo que não cometeu e isso nos leva a pensar na validade de uma vida, e na efetividade das leis dos homens, já que, inocentes são executados. 

Hayes é totalmente emocional e focada nesse episódio, a vemos pronta para uma batalha pela vida, que não poupa ninguém e vemos alguém pronta para desmascarar uma trama muito bem preparada, mas a surpresa mesmo é quando a vemos bem perto daquele mentiroso que ela dizia não mais querer falar. 
Destaque para Sam que por uma vez na vida, consegue pensar nos outros e tenta ajudar a amiga, do jeito dele, meio torto, mas uma tentativa para evitar que um amigo se afunde é sempre valiosa. Um ponto para Sam. 

Obviamente não haveria tempo suficiente e por força das praxes televisas é só no fim que se consegue descobrir de fato o que aconteceu e quem estava por traz, e vemos um inocente pagar, do modo mais humano que poderia existir. 

Embora, acusar o verdadeiro culpado, não iria trazer a vida que se perdeu de volta, e nem paz, para essas pessoas tão intensas que dos seus jeitos próprios demonstram o desprazer de fazer parte de algo assim, mesmo que do lado a impedir tamanha injustiça. E é aí, nesse momento onde toda pessoa, por mais forte que aparenta, desaba e procura por algo que a faça ter forças, motivos para continuar que o episódio acaba, e acaba com um beijo.
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