Supergirl - 2x3 - Welcome to Earth

Por Rozany Adriany

27 de outubro de 2016

O terceiro episódio da temporada aborda um tema meio que polêmico que divide opiniões no mundo dos super-heróis. Enquanto uns acreditam que a Lei de Anistia Alienígena é uma boa jogada para melhorar a “convivência” ou a “aceitação” dos humanos com os aliens que se refugiam na terra, outros pensam que a lei é um erro, e que só serve para fazer com que o governo tenha um registro de cada alien, além, de que os humanos não sabem lidar com as diferenças. 

A Presidente chega a National City para assinar essa lei, e o episódio gira em torno desta temática, com Hank discordando de que seja a melhor a se fazer, com Lena Luthor visando seus lucros ao criar um dispositivo que detectaria humanos e aliens, com Alex conhecendo mais a fundo os lugares onde certos aliens se refugiam na terra, com CatCo trabalhando em suas manchetes, e claro, com Supergirl idolatrando a Presidente e suas ações. 

Então vamos adentrar no episódio e nos detalhes que mais chamaram atenção... começando pela verdadeira introdução de Chris Woods na série, que por sinal adorei, já que nos dois primeiros episódios ele só estava dormindo, rs. O ator tem carisma e interagiu tão bem com Melissa, que já estou shippando Mon-El e Kara Zor-El (me julguem, amigos). Após despertar e fugir do DOE atrás de um local onde conseguisse enviar uma mensagem ao seu planeta de origem, que descobrimos ser Daxam, vizinho de Krypton. 

Desta vez, Supergirl precisa lidar com os ataques que a Presidente está sofrendo, e com encontrar Mon-El, que ela pensa ser responsável pelos ataques, enquanto Kara precisa entrevistar Lena Luthor para o jornal e lidar com o seu chefe rabugento em CatCo. E já que estamos falando de CatCo... como disse na review anterior, não sei se gosto de James como chefe e, claro, já sinto falta de Cat Grant, mas ele já subiu no meu conceito depois que se recompôs e colocou o chefe rabugento de Kara em seu lugar na reunião geral. 
O episódio até que foi leve e teve seus momentos de previsibilidade, como por exemplo, a desconfiança de Kara de que era Mon-El que estava atacando a presidente. Além disso, tivemos a introdução de uma nova personagem, uma detetive que, desde o primeiro “oi” já se fez entender e nos deixou duvidosos de suas intenções com Alex, ou melhor, nos deixou certos, isso sim. Porque ficou muito (mas muito mesmo amigos) óbvio que a detetive está interessada em Alex para um romance e fiquei me perguntando se os produtores da série vão investir nisso. 

Porém, o que mais gostei com a introdução da detetive, foi como levaram Alex a conhecer o outro lado dos aliens, fazendo-a interagir no bar “clandestino” onde esses aliens refugiados podem ser eles mesmos sem que os humanos os julguem. E, melhor ainda, foi ver Hank indo lá como J’onn J’onnz. E por falar nele, como lidar com aquele final? Já estou interessadíssima em saber mais sobre a última filha de Marte e claro, já estou shippando os dois (porque sou dessas, amigos). 

E falando em final, retorno à questão da previsibilidade... A presidente ser uma alien foi muito previsível, no meu ponto de vista, e acredito não ter chocado ninguém. Porém, a única coisa que nos resta saber, e esperar para saber, é se ela é do bem ou do mal, e quais são suas verdadeiras intenções ao lutar pela Lei de Anistia Alienígena. 

Ps1. Que referência mais linda à Mulher Maravilha. 
Ps2. Por que tão deixando Winn apagado? Invistam nele que ele é a melhor pessoa, meus queridos! 

É isso, amigos. Gostaram do episódio? Deixem seus comentários aqui embaixo. E até a próxima!
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