Review - Rizzoli e Isles 7 × 09 - 65 Horas

Por Priscilla Caroline

9 de agosto de 2016

Nesta semana temos um episódio um pouco mais fraco que o anterior, e ao mesmo tempo, em um ritmo um pouco mais agitado, e uma grande contagem regressiva de 65 horas para provar um crime. Então, não é que o gênio por trás do roubo/homicídio, Steve Banyan, foi pego porque ele deixou o seu sangue na cena do crime.

Jane e Korsak estão preparando as evidências para o julgamento. As pedras preciosas que ele roubou ainda estão desaparecidas, de modo que eles não podem provar motivo, e eles não têm a arma do crime, por isso não via meios. 

Temos o julgamento de um caso que aconteceu 2 anos atrás, as provas desapareceram no depósito, deixando eles em maus lençóis para tentar manter o assassino na cadeia. E assim começou a corrida contra o tempo, 65 horas para provar a culpa de um assassino. 

Particularmente eu gosto de episódios assim, porque levam os investigadores ao limite para não falhar, poucas horas de sono ou quase nenhuma, o cansaço o stress, ótimos ingredientes para um grande episódio, pena que não foi tão legal quanto eu esperava.

Frankie e Nina estão em um ótimo nível de fofura, ele cozinhando para ela, aprendendo mágica, espero até o fim da temporada um casamento bem romântico para eles. No começo parecia que a Angela estava um pouco enciumada 

Uma das melhores coisas desse episódio foi o Kent com a sua pata, gosto muito do Kent, acho ele um personagem ótimo, com características bem peculiares. Os nomes escolhidos para a patinha foi um show à parte, de Cleópatra á Rihanna. Korsak todo foço levado minhocas para a pata, que na verdade era um pato (Eu tenho uma gata de chama Dengo, porque não sabia ver o sexo dela, quando descobri que era menina, ficou Dengo mesmo), deve ser bem difícil saber se é macho ou fêmea. 

Armado com caixas suficientes de comida chinesa para abastecê-los durante a noite, Jane, Korsak, Frankie, e Nina passam por registros de entrada sala de provas e câmera de segurança. Eles percebem que, ironicamente, as recentes melhorias de segurança e controle de temperatura pode realmente ter introduzido uma vulnerabilidade. E foi exatamente por aí que as provas sumiram, enquanto isso, a pesquisa nacional de Nina para roubos envolvendo pedras raras descobre uma mina de ouro, envolvendo sete cidades diferentes e outro assassinato duplo. Em suma, este caso vai muito além de Boston. Para descobrir como Banyan e seu cúmplice misterioso tirou os roubos.

Enfim depois de várias investigações e mesmo o prazo dado pela juíza ter terminado, (meio óbvio a prova aparecer nos 45 do segundo tempo) foi interessante a forma como o caso terminou, e eles puderam enfim descansar. Não foi um grande episódio, mas foi bom de assistir. 

A melhor parte do episódio foi a Maura e o Kent e o paralelo com o pato, Kent ter ficado tão chateado pelo pato ir embora e nem agradecer, só retratou o medo que estava sentindo de ser abandonado pela Maura (toda a força que ele deu a ela durante todo seu problema de saúde)  a alguns episódios ele aparentava estar um pouco mais apagado. Maura ter agradecido a ele dizendo da forma como o pato deveria ter feito, foi algo muito bonito. Eu como gosto de ser trouxa, ainda shippo os dois, mesmo sendo algo praticamente impossível de acontecer. Mas pelo mesmo uma amizade bem bonita temos ali.
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