Review - Rizzoli & Isles - 7x5 - Shadow of Doubt

Por Priscilla Caroline

6 de julho de 2016

Antes de começar, eu preciso pedir perdão pelo atraso, foi uma semana bem corrida, só consegui assistir hoje (segunda-feira), mas vamos ao que interessa, essa semana tivemos um episódio bem melhor que o anterior, um caso da semana muito bem trabalhado.

Será que chegamos ao fim de toda a preocupação com a Maura? Espero que sim.
Maura tinha uma cirurgia da cabeça para as 13h e foi trabalhar, se fosse eu, iria para hospital cedo, de tanta ansiedade que eu ficaria, e ainda mais em jejum, nunca que iria trabalhar com fome...
Adorei que a Maura ligou para a Hope, gosto quando tem uma aproximação de mãe e filha entre elas.

O caso da semana foi muito bom, passei grande parte do episódio acreditando ter sido a filha a assassina, até o momento que a Maura disse para a Jane seguir os instintos dela, e também pelo fato de muitas provas levarem a menina, quem é fã de séries criminais já sabe, o culpado não é preso no meio do episódio, então depois disso, já saquei quem era o assassino, e ele foi bem esperto.

A prática leva a perfeição? Sim, porém a autoconfiança pode ser prejudicial, e por isso os assassinos são pegos, na maioria dos casos, porque acabam relaxando e deixam evidências para trás, você tentar incriminar muito o outro suspeito, trará mais atenção a você, e nas pisadas de bola, é onde o caso é resolvido.

Adorei ver a Hope nesse episódio, imaginei que ela apareceria na temporada (tomara que apareça mais), a relação das duas nunca foi simples, por mais que elas tentem, no fim acaba um silêncio constrangedor, porque no fundo elas não se conhecem, mas, sou da opinião que nunca é tarde para esse relacionamento se aprofundar, e preciso dizer que uma lágrima escorreu quando a Hope disse que a Maura pode ter uma vida plena muito além da carreira de legista dela (odeio quando aparecem cenas que lembram que o final está próximo). A aproximação é simples, quando cada um da o seu passo, no final vale a pena.

Já sabíamos que a cirurgia iria dar tudo certo, era um procedimento simples, e eu realmente espero que não tenha mais nenhuma sequela, #NãoToquemNaMaura. 

Queria ver o Frank no polígrafo, para ele contar o que fez com o tal disco de hóquei, eu adoraria ter um polígrafo aqui em casa, para saber quem comeu o pudim que eu tinha guardado para comer no outro dia, porque eu já havia passado do meu limites de calorias do dia, e quando fui pegar, NÃO TINHA MAIS, desculpem o desabafo, mas enfim, a Jane é aquele tipo de pessoa que você fala, espere a pessoa te contar, e ela arma de todos os jeito para essa pessoa contar (quem nunca?) E agora finalmente Frank e Nina não é mais segredo, mancada do Frank deixar o celular no carro, e a Jane até demorou para descobrir. Minha expectativa para os próximo episódios, é cada vez melhorar, e arriscar, para que a série termine com chave de ouro, e deixe saudades.
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