Bones - 11x18 - The Movie in the Making

Por Janaína Guaraná

9 de junho de 2016

Eu poderia fazer poesia com esse episódio, poderia compor uma música; foram tantas lembranças que parecem um mar de saudades. Saudade porque foi um episódio para celebrar todos esses anos juntos e todo sonho que se tornou real ou se perdeu entre o tempo (sim amigos, alguns sonhos se perdem). 

Lembramos de quem já partiu com aquele velho desejo de foi-se cedo demais, tinham tantas histórias para contar e tanto para nos dizer e dizer que bateu saudade é clichê demais até para mim. Sweets, Vicent e Zack foi uma honra conhecê-los! 

O tempo passa e não dá avisos, leva muito de nós e deixa muito das pessoas que encontramos em nossos caminhos e as crianças estão aí para provar que éramos tão jovens quanto somos hoje e como eles cresceram. 

Tem gente que queriam estar juntos, tem gente junto e tem quem torcemos por seis anos para estarem juntos e eles finalmente estão juntos. 

Ângela tem uma grande paixão por Paris e a gente sabe bem que ela ficou onde o grande amor dela está; Hodgins é o KING e não posso imagina-lo em outro lugar que não seja o Jeffersonian, onde parece uma criança exibindo a mais rara felicidade por fazer aquilo que ama.

Cam e Vaziri são protagonista daquele relacionamento que foi escrito nas estrelas (sim, estou romântica e abusando dos clichês) e a vida insisti em colocar uma curva para o encontro deles, daquelas que demoramos para sair e às vezes até caímos. E finalmente Cam resolve dar um fim nisso e começar uma história nova de agora em diante. Aparentemente Vaziri é o par da Cam e a vida do querido se resume a ela, poucas observações são feitas a ele fora desse contexto. 
Por falar em encontros que foram escritos com o pó mágico do destino; Brennan e Booth são pais excelentes (até porque Brennan não aceitaria outra nota) o companheirismo e amizade que eles têm amigos, é perfeição demais que não cabe nestes singelos versos. Parece que os grandes amores são feitos em cima de uma grande amizade e ter uma vida com seu melhor amigo parece a chave da pergunta eterna. 

Aubrey não pode ser definido pelo cara que gosta de comida; sim ele gosta, mas e quem não gosta? E o cara companheiro, honesto e humilde que ele se provou anteriormente? 

Romantizei o episódio todo, até o caso da semana foi um acidente e tomou-se a decisão de fazer de conta que nunca existiu, daqueles erros que cometemos em segundos e pagamos por anos. 

É o melhor dessa onda de episódios aleatórios que existem para não deixar uma lacuna. Foi pontual e mostrou muito mais do que estamos acostumados a ver, deixou aquela impressão de despedida, como se estivéssemos sendo preparados para dizer adeus, daqueles adeus breves que deixam um nó na garganta.

Se eu pudesse dizer o que eu quero ser quando crescer, diria que: eu quero ser alguém que aproveitou o tempo que lhe foi dado aqui com meus amigos, família e amores. 

 E vocês o que querem ser quando crescerem?
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