Orphan Black - S04E04 - From Indistinct to Rational Control

Por Louren Mayara

8 de maio de 2016

SPOILER ABAIXO
Depois de três episódios nos trazendo questionamentos passados e novas perguntas, finalmente começamos a ter as respostas que estávamos esperando. E com uma abordagem, mais uma vez, diferente dos episódios passados, e mais parecida com o modelo usual da série, fomos direcionados à esclarecimentos sobre partes fundamentais da trama que está sendo desenvolvida nessa primeira metade da temporada.

Sem enrolação vamos ao que interessa, o quarto episódio nos trouxe explicações sobre a origem da MK, que agora sabemos que se chama Veera Suominen, e a relação disso, com o projeto Helsinki, que pra quem não lembra, consiste em apagar algum clone que "deu errado" junto com seus familiares e pessoas relacionadas. Bom, MK foi uma das sobreviventes de quando esse "expurgo" aconteceu na Finlândia, e isso nutriu nela uma o desejo de vingança contra Ferdinand, o que acarretou em alguns acontecimentos interessantes no episódio, aliás, Ferdinand sempre rende bons momentos na série, um personagem tanto peculiar quanto obscuro, totalmente iterado com os acontecimentos e mesmo assim tão misterioso.   

Outro ponto alto do episódio, foi a visita a clínica LifeSpring Fertility, além de toda abordagem cômica que foi desde o belo casal gay, Julian Gray e Douglas Andrews, até Donnie e Alison fazendo um sexfone. Tivemos a introdução de uma nova partição dos Neovolucionistas, um grupo chamado Brightborn, que é responsável por um procedimento específico de reprodução, que ainda não ficamos sabendo. Lembram que a Evie Cho que apresentou o comercial do Brightborn já tinha aparecido no flashback de Beth anteriormente? Assim como a descoberta da clínica por Alison através de um antigo contato de Beth, além de todas as menções ao seu nome, o legado da nossa clone policial sempre está cercando os acontecimentos atuais.
Ainda falando sobre as respostas dadas nesse episódio, vimos Cosima descobrindo mais uma característica do tal robô, graças a estudos realizados em um totalmente voluntário Aldus Leekie, que é de modificar o DNA de seu portador, e o que isso significa? Então, pelo o que vimos de Leekie que foi um portador, aparentemente ele não tinha modificaçoes físicas e se tinha alguma biológicas, logo saberemos o que isso irá implicar no DNA de Sarah, ou não, já que de alguma forma ela tem uma genética totalmente diferente do normal. Fedinand deixou bem claro que apenas Susan Duncan seria capaz de retirar o robô de Sarah, mas será mesmo que Cosima e Scott, não seriam capazes de desenvolver algo assim?!

Pra finalizar eu queria deixar em evidência aqui um fator comum entre os plots do episódio, que foi o comportamento das clones, mediante as situações que se prestaram a fazer ou escolher, todas tão sistemáticas e calculistas, irredutíveis até, seja Helena decidindo que a casa dos Hendrix não é mais o lugar dela, ou o empenho de Alison tanto em arquitetar planos como em mudá-los de acordo com a necessidade, assim como MK, acho que Sarah é a única impulsiva e totalmente inconsequente entre elas, e tem Rachel também mostrando seu lado passional para com Charlotte, o que é bastante raro da parte dela.

Então leitores eu tô totalmente absorta nessa temporada e espero que vocês também, se for o caso, nos vemos na próxima review!
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