Chicago Fire - S04E22 - Where the Collapse Started

Por Vittoria Crispim

16 de maio de 2016

SPOILERS ABAIXO
Estamos chegando ao fim de uma jornada. Com apenas um episódio restante para a final, Chicago Fire me prende em frente a tela do computador nos seus dois últimos episódio.

Quem acompanha as minhas reviews percebeu que o episódio anterior me agradou bastante, principalmente por algumas SL especificas e neste episódio, ChiFire continuou me agradando e trouxe ao telespectador um episódio intenso com pequenos toques de leveza.

Pretendo começar por uma pergunta que não me saiu da cabeça após assistir o episódio. Qual o fardo que um homem pode aguentar sem destruí-lo?

Apesar de não falar sobre ele a um tempo, o chefe Boden é um dos personagens mais admirados por mim na série mãe. A bravura com que conduz seu batalhão sempre pareceu justa ao meus olhos e não nego que episódios que o colocam como destaque sempre me agradam bastante.
A forma como ajudou a Dawson com a história da adoção e inclusive deu um empurrão para que o Tenete Matt Casey fizesse o mesmo ressaltou uma característica do personagem que tanto gostamos. 

E se não bastasse a cenas com a Gabby Dawson e sua ajuda para a bombeira, mais uma vez Boden se destacou com o história do Danny e do Jimmy Borelli. Tudo certo que o destaque era para ser o Jimmy e sua perda, mas o sofrimento do Chefe com a decisão tomada por ele e a representação do Eamonn Walker na sala do Wallace Boden tirou todo o crédito que deveria ser dado ao Jimmy e seu novo plot. Foi quase que visível o peso nos ombros de um bombeiro que exerce sua função há anos e já teve que tomar muita decisão que influenciaria na vida de outras pessoas. Fiquei com lagrima nos olhos quando ele deixa cair o rádio no chão, como se aquilo fosse um fardo muito pesado para carregar.
Nossa, como é previsível alguns fatos na escrita das séries do Dick Wolf, não? A produção sempre utiliza um artifício específico para movimentar um núcleo que não costuma ser frequente na série. Não é novidade para mim quando o pequeno Noah, filho da Sargento Benson, é colocado em risco em algum episódio, sempre que isso vai acontecer em SVU há uma referência ao personagem ou a criança parece logo no início do episódio e quando vi Danny, irmão do paramédico, imaginei que algo aconteceria com o bombeiro, só não imaginei que ele morreria com o irmão o olhando. A cena foi triste, mas bem executada e bonita, apesar do fator clichê, a produção acertou em cheio nas cenas. 

Certo, que decepção com o plot para o Otis. Torci tanto para que fosse bem trabalhado, bem executado e a realidade foi o bombeiro chamando a Connie para ir ao teatro para preservar seu lugar ao lado do batalhão. Tudo bem que dei uma risadas com a ingenuidade do Otis perto de seus colegas, mas sério? Como o rei das pegadinhas não percebeu que ele estava caindo em uma? O melhor da história foi ver que os amigos de profissão não se amedrontaram com a doença do Otis e nem passou a tratá-lo como doente. Isso fará bem para a autoestima do Otis no futuro.

Uma cena que me agradou bastante no episódio passado foi a cena entre Kelly Severide e Stella Kidd. Como estou satisfeita com o andar da carruagem, leitores! Muito fofo o início de episódio entre os dois, surge aqui um verdadeira shipper do casal. Virei oficial, amigo.

Detalhe que acho que vai começar a dar ruim logo no início, esse ex-marido da Stella não pretende deixar a bombeira em paz e ele se drogando e percebendo que há outro homem na vida dela vai piorar bastante as coisa. Não sei ainda se será ruim para a Stella ou para o Tenente ou para ambos.
Aguardemos.
Quantas reviravoltas na vida da Dawson em apenas um episódio. Uma hora ela estava na fila para a guarda do pequeno Louie, depois ela sair da fila e no final do episódio ela entra de novo. Não foi confuso, foi bem trabalhado, mas não é isso que queria ressaltar e sim as várias etapas que ela chegou a isso. A garota está lutando, amigo, e está lutando de forma justa e correta. Pediu ajuda ao chefe do batalhão por referências, pediu ajuda ao irmão por antecedentes, mas em momento algum pediu favores ao vereador. E antes que vocês falem que é implicância minha ou dela, acho que esse é um fator que nunca passou pela cabeça dela, ela nunca imaginou que ele pudesse ajudá-la neste sentido, mas ele ajudou e o fato dela não ter pedido essa ajuda fez toda a diferença na visão dela para com o assunto e para com o Casey.

Cada episódio que passa estou mais encantada pelo Louie e pela Gabby, o entrosamento entre a Monica Raymund e os gêmeos que interpretam o garotinho é maravilhoso. Espero de verdade que menino Louie seja em Chicago Fire o que o pequeno Noah é em SVU.

Ao que parece Dawsey ruiu mesmo mais uma vez, o final entre os dois, aquele abraço falou bastante por eles. A Dawson não está mais na mesma página que o Casey e o Casey não quer mais estar na mesma página que a Gabby. Como Dawsey assumida, acharia melhor que os dois terminasse por enquanto e o Casey colocasse a cabeça dele no lugar para avaliar o que realmente é importante para ele. A dura que o Tenente levou do Antonio Dawson foi pouca pra mim e acho que o Antonio está certo: Ou o Matt se resolva com a Gabby ou deixe que ela viva sua vida em paz.


Até a próxima e última review da temporada, estão ansiosos para o episódio final, leitores?

Esse texto foi escrito por: Vittória Crispim
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