Chicago Fire - S04E21 - Kind of a Crazy Idea

Por Vittoria Crispim

16 de maio de 2016

SPOILERS ABAIXO
Definitivamente tenho vivido uma relação muito peculiar nas últimas semanas com Chicago Fire, é inegável o fato que ela é a minha série favorita e mesmo após tantas reclamações da minha parte para com a série, ela continua sendo. A franquia Chicago, na verdade, é minha favorita.

Semana após semana venho reclamando dos episódios, do desempenho na história e da falta de responsabilidade com o script por parte da produção. Mas, depois de tanto reclamar, venho aqui agradecer por esse episódio brando e que, realmente, agradou em muitos aspectos. Vamos lá.

Primeiro acerto, depois de tanto tempo foi dar uma plot inteirinho para a Gabby Dawson e somente para ela.
Já fazia um tempo que a Monica Raymund tinha passado de protagonista de Fire para virar mera coadjuvante, ora por trás do Casey, ora por trás de algum plot secundário de outro personagem, o que é um desperdício tanto para ela quanto para a atriz, as duas merecem muito mais que isso. Entretanto, a chegada do pequeno Louie promete agitar bastante a vida da bombeira mais amada da cidade de Chicago, e eu como fã da atriz e fã da personagem estou felicíssima com a SL e espero que aproveitem ao máximo a junção dessas duas, numa história de adoção para uma mulher que sofreu um aborto a pouco menos de um ano.

Já houve varias especulações se ela conseguiria ou não a guarda do Louie e eu, queridos, estou bem confiante que consiga. Minhas esperanças baseia-se na outra série de Dick Wolf, que para quem não sabe, tem uma criança adotada pela personagem principal também. Torcendo muito para que isso ocorra.
Segundo acerto, sei que já estão cansados de tanto que eu falo da mesma coisa, mas Kelly Severide é um ponto certo. E para ser justa, não só neste episódio, mas em toda a temporada.

Para começar, a carreira do Tenente está de vento em poupa, o que agrada bastante se lembrarmos do começo da temporada, não é leitores? Achei deliciosa a cena em que o Kelly demonstra uma alegria quase que infantil ao receber os novos equipamentos. Lembrou-me uma criança ao receber presentes novos. Mas, para isso, Severide mostrou mais uma vez que não mede consequências e enfrentou seus superiores mesmo sabendo o risco de represárias, todavia, apesar do quanto reclamava desse temperamento do Tenente, ouso dizer que gostei da atitude dele, principalmente pelo fato dele pedir ajuda ao Casey sobre as verbas para o batalhão. Apesar de tudo, foi bacana ver o quanto Severide recuou e pediu ajuda e também foi bom ver o Casey usando seu novo poder para ajudar o batalhão. Pela primeira vez não me importei de ver o Casey no papel de vereador.

Outro fato interessante do Tenente do Esquadrão 3 foi ver o seu envolvimento com a Stella Kidd. Já havia comentado que estava gostando da química dos dois e que, de fato, já estava shippando o casal. Pois é, a reciproca é verdadeira. Estou adorando os dois em cena, fora que acho que será a primeira vez em quatro anos que iremos presenciar o Kelly realmente apaixonado por alguém, e não, não me esqueci das Renée’s, nem da Renée Royce e nem da ex-noiva.
Finalmente descobrimos a doença do Otis! Não é câncer. Ainda bem!
Não sei explicar bem, mas estou um tanto decepcionada. Não por não ser câncer, mas pelo plot em si. Acho que criei expectativa demais em cima disso e não estou vendo retorno até aqui, mas, também não vejo como poderia ser diferente, não é de fato desanimador e nem foi um erro da produção por falta de desenvolvimento, foi mais um acúmulo de expectativas da minha parte. Acho que esperava demais que a produção saísse da mesmice e coloquei minhas fichas no azarão, vamos ver no que vai dar até o final do plot.

Apesar de ter feito um elogio lá em cima sobre Matt Casey e sua SL na política não se engane, amigos, eu ainda não gosto desse rumo que a produção deu ao personagem, porém, hoje não reclamo inteiramente disso, como já disse no meio do texto, houve algo que me agradou como vereador, mas o que não agradou foi a cena Dawsey.

Não, não estou falando da cena maravilhosa do começo e não vou comentar aqui sobre ela, vão ver os 5 primeiros minutos mais uma vez do episódio. Não cabem palavras para cenas tão belíssimas, mas sim para as cenas posteriores a isso.
Tudo bem que ninguém é obrigado a querer o que o outro quer e nem sonhar os sonhos de ninguém, mas a tantas mudanças no que o Casey fala e em com como ele realmente age que fico revoltada como Dawsey.

No começo da temporada era apenas flores para o casal, o Casey faria de tudo pela Gabby, afinal, como ele mesmo disse “Ela é que faz todo o sentido para ele” e de repente, sem mais nem menos, ela está para adotar uma criança sozinha porque não é a hora certa para ele? Um tanto quanto controverso para quem sempre quis ter uma família com a bombeira.

E se você me questionar se baseio apenas nisso a minha chateação, digo-lhe que não é bem assim. Posso apontar cada vez que Gabriela Dawson se prontificou a ficar ao lado o Tenente quando ele precisou, quando ela tinha sempre um conselho; um abraço; um apoio, mas posso apontar também cada vez que a Gabby precisou e o Casey não estava lá para ela. Na minha lista está: Quando ela precisou procurar o Voight, quando ela decidiu virar bombeira, quando ela começou a lutar pela guarda de um menino sozinha porque não é o tempo certo para ele.

Desejo realmente que a Gabby consiga e que para primeiro momento, ele não faça parte dessa nova vida dela.

Até a próxima, leitores.

Esse texto foi escrito por: Vittória Crispim
FACEBOOK: /SeriesEmFocoWeb
TWITTER: @SeriesEmFocoWeb
INSTAGRAM: @SeriesEmFocoWeb

Comentário(s)
0 Comentário(s)