Bones - S11E15 - The Fight in the Fixer

Por Janaína Guaraná

24 de maio de 2016


SPOILERS ABAIXO
Certo, vamos lá!

Não poderíamos esperar menos, Christine mostra de quem é filha e, como a mãe, nunca tirou um B (até agora). O orgulho dos pais é visível causado pelas boas notas da pequena notável.

Seja bem-vindo de volta Dr. Hodgins, temos o "King of the lab" tentando deixar para traz as aflições e querendo aproveitar as coisas boas que ainda lhe restam, a Ângela fica na seção de coisas boas Dr. Hodgins, não deixe que a dor e tristeza lhe tirem o sorriso e a genialidade. Apesar dos diamantes nossa artista se encanta com os pequenos detalhes do mundo, e da vida com sua gentileza, a vida nem sempre pega leve e quando pega pesado, deixa marcas para sempre. Ainda falta acertar o tom entre Hodgins e Ângela, mas até que enfim ele parou de achar que tem que ser infeliz e carregar todos nesse precipício.

Dr. Wells aparentemente quer os pontos que lhe faltam para o doutorado em ser um pé no saco, mesmo sendo um polímata, de crianças e a alegria que elas causam por apenas existirem em nossas vidas o senhor não entende. Christine sempre vai ser um gênio para a mãe, mesmo que em seus desenhos a Dr. Brennan tenha 14 dedos. Não me agrada essa intromissão do Oliver na vida pessoal da Brennan, como se tudo pudesse ser analisado cientificamente, é absurdo a premissa de que a Christine vai ter a vida analisada quando a figura completa não fizer sentido.
A aposta entre a Dr. Brennan e o Dr. Wells foi o ponto alto do episódio, nem caso foi tão interessante quanto, com a sinceridade expoente o interno foi capaz de fazer a doutora apostar a favor de sua filha e me diga quem não arriscaria tal feito? E o prêmio? Amigos, o que esperar de dois gênios, que não poupam em sinceridade e são os melhores no que fazem? Claro que a Dr. Brennan discordaria de mim, ela é a melhor. Desde que chegou no Jeffersonian o bonito tenta provar-se melhor e sempre deixa alguma ponta solta e dessa vez concordo com o Booth; ninguém gosta dele.

Booth sempre é o toque de simplicidade quando todas as opções se esgotam para Brennan, comprovando ser a voz emocional de um mundo repleto de padrões e analises cientificas, às vezes, um telefonema basta.

Essa parece ser uma sequência de episódios aleatórios, que mantem a qualidade e são apenas sucessões até a finale. Ainda que suspiramos com a series finale, não há motivos para episódios mornos, pelo contrário, queremos cenas e casos que nos prendam e nos façam querer mais 20 temporadas.

Que comece a contagem regressiva que faz nossos corações chorarem de saudades um minuto após assistir o episódio.

Esse texto foi escrito por: Janaína Nascimento
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