The Cath - S01E02 - The Real Killer

Por Juliana Pereira

6 de abril de 2016

SPOILERS ABAIXO
Querido leitor ou leitora, sei que estou um pouco atrasada com The Catch e que o primeiro episódio da série não foi o mais agradável de se ver, mas eu te peço: Não desista da série e não desista de mim. No final, tudo vai dar certo.

Eu torci com todas as minhas forças e pelo amor que eu tenho pela Shonda que o segundo episódio de The Catch fosse surpreendente. Mas não foi. Tenho que ser sincera e dizer que foi melhor, mas a maturidade ainda está longe. Preciso que The Catch saia do lugar comum logo, ou não sei até quando ela vai durar.

Por quase quarenta minutos ficamos vendo o desenrolar da dor de cotovelo de Alice e os novos planos do vigarista Benjamin. Temos a confissão de que ele realmente é apaixonado por ela (se no final eles ficarem juntos eu... falamos isso depois) e que os dois correm risco de vida se a Chefona Margot, interpretada por Sonya Walger, ver que o marido está louco para largar o barco dos "mafiosos".

Não bastasse a Alice ser trapaceada pela pessoa que ama, um caso IGUAL a esse chega para ela resolver em sua empresa. Tão previsível... Obviamente que todo mundo ia desconfiar dos sentimentos confusos da detetive, e claro, ela estava certa. Ok, ela tem uma parceira de sofrimento. E agora?

No fim do episódio temos uma leve "agitação": uma morte. Oooohhh. Não, nada de mais também! As últimas cenas foram as melhorzinhas, pois parece que agora Alice vai estar à frente do ex-marido. Ao que tudo indica, que ele caiu na armadilha dela, entretanto, sabemos bem que, se ela pegar ele agora, tudo acaba. Então, algo muito bom (ou ruim) tem que acontecer para conseguirmos decolar de vez nesse romance.

No IMDb, este episódio teve nota de 8,0, acredito que a nota se deu por essas últimas cenas, pois não tivemos algo além disso para o capítulo receber essa nota "bonitinha". Enfim, eu espero falar mais na próxima review. Quero me indignar, rir, chorar, ficar curiosa para os episódios futuros. Curiosidade, essa é a palavra. Em um roteiro clichê, não há curiosidade para irmos adiante. Precisamos dela. Contudo, leitor (a), só nos restar esperar. 


Esse texto foi escrito por: Juliana Pereira
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