Chicago Fire -S04E17 – What Happened to Courtney

Por Vittoria Crispim

3 de abril de 2016

SPOILERS ABAIXO
Antes de começar esta review gostaria de me desculpar pela falta e atraso nas reviews de Chicago Fire. Não foi por desinteresse ou desleixo para com a série, o Séries em Foco ou você leitor, e sim por falta de tempo dessa que vos fala. A vida real está um pouco corrida e conturbada, mas prometo a vocês que no final da temporada farei uma analise de tudo que rolou e não deixarei um único episódio em aberto.

Mais uma vez peço desculpa e te convido a acompanha a review do episódio 17 do Batalhão 51. Alerto, desde já, que a dividirei em duas partes: uma exclusivamente para falar sobre Kelly Severide, e a outra sobre o restante do episódio.

Que imagem impactante do tenente do Esquadrão 3 segurando o esqueleto da criança morta. Achei bem interessante a forma como, de começo, isso já impactou no aspecto do bombeiro. Ar melancólico, como quem estava de luto, foi passando de forma excelente para o telespectador e, com o decorrer do episódio, o que de início era apenas mais um caso/resgate do 51, mostrou-se ser um caso antigo guardado no mais íntimo do tenente Severide. Cenas belíssimas e bem produzidas surgiram da história.

O tenente era o único personagem avulso na história de política envolvendo o Casey e, neste episódio, foi o personagem que mais agradou. Só por isso, os meus 43 minutos de episódio já valeram a pena, e se todo ele fosse resumidos em cima do Kelly, continuariam a valer a pena.
Em contra partida, continuo a me surpreender em como o Severide ainda é imaturo para algumas coisas, mesmo sendo o tenente do Esquadrão. Não seria necessário o Comandante pedir para ele dar uma segurada na informação sobre a criança, já que eles não tinham certeza de nada. Mas, tratando-se do cabeça quente, Boden teve que avisar. E de fato, para nada o aviso serviu. Sobre este aspecto: Vamos amadurecer, Kelly.

E já que estamos tratando do interprete de Kelly Severide, devo dizer que temos o campeão da temporada. Com certeza, o Taylor Kinney foi o ator mais bem aproveitado na quarta temporada. Aproveitado tão bem ao ponto dos produtores se esquecerem dos outros atores. Uma crítica negativa a produção. Uma crítica super positiva ao Kinney, afinal, ele está fazendo um ótimo trabalho. 

Adoro o poder feminino que a Dawson representa neste batalhão. Tá certo que sou suspeita para falar sobre Monica Raymund e sua maravilhosa interpretação, mas convenhamos, vocês hão de concordar comigo que esse batalhão seria muito chato sem uma mandona, folgada, linguaruda e extremamente forte presença feminina. Anseio por ver mais da Raymund até o final da temporada. Até porque de protagonista das três primeiras temporadas, ela foi rebaixada para uma coadjuvante na atual.

Um episódio que era para girar quase inteiramente sobre os últimos momentos da eleição que fará o tenente Matt Casey vereador da cidade de Chicago. Um episódio que já estava pré-esperado, então tratando-se exclusivamente desta história, não foi surpresa. Mas, vou falar, torci o episódio inteiro para que todo o esforço do batalhão fosse em vão e ele perdesse a eleição.
Não me julgue, leitor. Tenho avisado desde o começo do post que essa história não tem agradado e a cada novo episódio, tenho mais certeza disso.
E pra melhorar a SL, Matt Casey ainda trabalhará de graça. Juro que não sei se o cara é realmente um herói ou um tapado.

E agora que fiz meu desabafo, devo admitir: Odiei o fato dele ter ganhado, mas, como meu crushzinho pelo Jesse Spencer fala sempre mais alto, que cena maravilhosa a final no Molly’s. A felicidade na cara do tenente até me deixou culpada por tanto torcer contra. Agora é aguardar o anuncio para mais um spin-off de Chicago Politic, já que, infelizmente, Matt Casey ganhou as eleições. 

Por algum acaso, o ex-marido da Stella saiu do filme dos Debi e Lóide ou de algum outro besteirol americano? Fica registrado minha indignação que não sei transformar em palavras sobre esse aspecto tão dispensável na história. Se era para ter ex-marido, que fosse um decente pelo menos, e que não fosse bancado por ela.

Em muitos momentos uma paramédica loira me lembrou da Leslie Shay, mas nenhuma das vezes foi tão marcante quanto dela oferecendo bebida para a Dawson (e a Stella) quando, mais uma vez, a Gabby estava desabafando sobre o Matt. Voltei lá na segunda temporada, quando, naquele turno, as duas tiraram folga para ir à cabana e a Dawson estava com dor de cotovelo pelo Casey. Saudades, Shay.

Um episódio completo. Essa é a melhor frase que marca o retorno de Chicago Fire.

Até a próxima, leitores.

Esse texto foi escrito por: Vittória Crispim
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