Arrow - S04E11 – A.W.O.L

Por Ana Clara Rodrigues

4 de fevereiro de 2016

SPOILERS ABAIXO:
Eu devo afirmar que realmente gostei de alguns momentos desse episódio, todavia achei que foi frustrante comparado ao anterior -onde tivemos muitas coisas ocorrendo. Tivemos focos importantes em John e Felicity que eu realmente achei relevante e extremamente significante ao longo dessa temporada.

Deparamos-nos logo de início com um possível problema na agencia ARGUS que envolveu John e sua esposa Lyla, e percebemos que esse “problema” se transformou em algo muito maior e obscuro – causando mortes, pânico e, por incrível que pareça, a união entre Diggle e seu irmão. Gostei bastante de cada momento, cena, fala e atuação. O único ocorrido que me deixou tensa foi a morte de Amanda, não gostava dela, porém não negarei que ela era uma peça extremamente importante para a agência. O que será do futuro de ARGUS depois disso? Mesmo após a união dos irmãos Diggle eu ainda estou com um pé atrás quando o assunto é Andy, espero que ele não nos decepcione...
Outro foco que achei extremamente importante foi a evolução de Felicity. Muitos criticaram o fato dela estar muito parecida com a Oráculo, de Batman, e o que eu achei mais genial, e sinceramente um tapa na cara de todos os mimizentos de plantão, foi a fala de Oliver ao dar o codinome de Feli como “Overwatch” \Observadora e ainda realçar que o codinome Oráculo, que seria o ideal, já estava sendo usado, eu simplesmente amei isso, além do novo codinome da nossa querida Feli, conseguimos acompanhar seu desenvolvimento mental e físico e finalmente sua recuperação para voltar a ajudar seus amigos vigilantes.
No final, temos um discurso belíssimo de Felicity para Ollie e para si mesma. Para finalizar com uma cereja no bolo, Oliver realça que nunca desistirá dela e nem de tentar buscar uma cura para sua amada voltar a andar, afinal, vivemos em uma série\mundo onde homens voam, mulheres voltam da morte, superpoderes são reais , etc, por que então, nossa Feli não pode voltar a andar? Terminamos esse episódio com um tom esperançoso, com união, choro, mortes e um pouquinho de felicidade para o nosso arqueiro. 


Esse texto foi escrito por: Ana Clara Rodrigues
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