Chicago PD - S03E10 - Now I'm God

Por Vittoria Crispim

15 de janeiro de 2016


SPOILERS ABAIXO

É em episódios como esse que me pergunto como é que tem gente que não gosta de Hank Voight. Não, sério, já ouvi diversas pessoas falando que não assiste Chicago PD por conta de Hank Voight ou que Chicago PD seria melhor sem ele. Eu não consigo imaginar uma Chicago sem Hank Voight, jamais! E você? E são em episódios como o décimo da terceira temporada que reafirmo meu amor por ele. O cara é incrivelmente incrível, desculpem o pleonasmo.

Na última parte do crossover entre a franquia Chicago temos a resolução do caso apresentado nas duas primeiras, e que caso complexo! O cara diagnosticava erroneamente os pacientes, para tratá-las com uma droga experimental e assim, ao conseguir a "cura", se tornar o médico com a maior taxa de cura contra o câncer. Sério, só Derek Dumal Haas pra pensar numa maldade dessas! (Já havia combinado com o pessoal de Fire que tenho uma apelido hiper carinhoso para um dos escritores da série: Derek Haas)

O episódio, em um todo, foi o melhor apresentado até aqui. Não apenas pelo caso complexo, mas também porque o personagem de destaque foi o sargento Hank Voight, e nele tivemos a oportunidade de conhecer, um pouco, esse homem tão amado e odiado na história de Chicago. Não é segredo que o cara faz tudo pela família. Prova disso, é que ele foi um carrapato em cima do Casey com a história do Justin, mas vê-lo por outro ângulo, com todos os flashbacks e cenas finais foi de desmontar até mesmo aqueles que não gostam do sargento. E tudo se deu com o médico mencionado lá em cima. O sujeito não somente era um psicopata, mas era também o psicopata que havia tratado a mulher do sargento quando a mesma estava com câncer e faleceu aos cuidados desse médico. Não seria de estranhar se o sargento perdesse a cabeça com o caso, mas para a surpresa geral do fandom de PD, Hank até que se portou muito bem e nem deu uns tapas (merecidos) no doido do médico. E de quebra ainda ajudou a advogada vencer o caso. Nunca vimos um Voight tão controlado quanto neste episódio!


Quem acompanha as reviews de Fire, pode perceber que fiz uma pequena crítica sobre o início do crossover, que foi um pouco fraco. Mas, o final dele em PD foi extremamente satisfatório. CPD subiu muito a qualidade colocando a história pessoal da cabeça da inteligência como foco principal do episódio.

Cena que merece comentário é a dele com a Erin Lindsay, a ligação de pai e filha entre eles é uma das coisas mais legais de se ver na história do sargento, mas em dois episódios seguidos vimos uma interação e cumplicidade entre os dois maravilhosa. A primeira em que ele fala que nem sempre ela gostará dele, mas que ele sempre a amará, e a segunda, ela dando uma força pra ele por conta da esposa morta. Foi incrível de assistir. Uma das melhores cenas entre os dois personagens. Espero que mais para frente a produção de Chicago PD possa nos agraciar com mais cenas assim, focando também em outros personagens, como no caso do Alvin Olinsky. Seria muito interessante ver a amizade dos dois em cena. 

A participação do cast de Med também merece destaque. Desde da participação pequena da Nat até a participação significativa paro o caso do Dr. Daniel Charles, que foi incrível ao diagnosticar o psicopata do médico e no tribunal fazer referência aos personagens das duas outras Chicagos. Acho que podemos eleger o nosso querido de Med aqui! (E ah, o cara é seriador, amigos! Ele, com certeza, é o nosso preferido em Med).


Enquanto os protagonistas estavam a todo vapor com a investigação central do episódio, temos Burgess tentando de todas as formas livrar a cara do seu parceiro, Roman. O potencial dessa menina é indiscutível, ela foi a fundo e conseguiu provar que seu parceiro estava certo, e que havia sim uma arma apontada para ele. Kim Burgess foi sensacional e humilde quando viu que não conseguiria sozinha e pediu ajuda da sargento Platt. 
É de conhecimento geral que as duas em cena sempre geraram muitas risadas, desde o começo da série, mas ver as duas com essa nova dinâmica foi fantástico. Marina Squerciati e Amy Morton são incríveis juntas. 

Ficaria muito feliz se surgisse uma vaga para ela na inteligência (claro, que sem tirar nenhum dos que ja estão lá). Graças a ela, agora Sean Roman volta tranquilo para a patrulha.


PS.1. Estou sentindo um pouco a falta de Antonio Dawson na temporada.
PS.2. Agora com a Platt noiva, vamos poder nos agraciar com a competição que ela lançará para Burgess em relação ao casamento. Já to com dó da policial (rsrsrs).
PS.3. Para o episódio ficar melhor, queria Voight batendo em alguém.
PS.4. Não esqueçam de conferir as reviews do início do crossover: Chicago Fire S04E10 e Chicago Med S01E05.

Esse texto foi escrito por: Vittória Crispim
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