Saint Seiya - Soul of Gold - S01E12: The Birth of the Sacred Treasure, the Gungnir Spear

Por Alvaro Luiz Matos

16 de setembro de 2015

SPOILERS ABAIXO:
Já deveria ter feito as reviews dos episódios de Soul Of Gold há mais tempo, afinal os episódios vão ao ar semana sim e semana não, nada que ocupe muito o meu dia. Porem só chegamos a um clímax interessante nesses últimos episódios, onde uma luta entre Loki e Aiolia com a armadura de Odin se deu início. Sem falar que descobrimos a verdade sobre o motivo dos cavaleiros de ouro terem sido revividos, não para o plano maquiavélico de Loki como era dito anteriormente, mas já como uma forma de Odin proteger seu povo e seu reino.

Não sou nenhum fã cegos que acredita em um desenho dos “Cavaleiros do Zodíaco” intocável e beirando a perfeição, mas gosto de acompanhar a história, a mitologia que, por ventura, é criada e até mesmo as batalhas que acabam por ficarem interessantes uma hora ou outra. Mas como tudo que se passa na TV, desde sempre, Soul Of Gold não está livre dos clichês, sobretudo daqueles que já conhecemos.

Nessa temporada já vimos vários salões cada um com um vilão (assim como eram cada uma das casas dos cavaleiros de ouro), aquelas lutinhas fajutas onde um passa para o salão seguinte e o outro fica para sacrificar sua vida, já tivemos as armaduras de ouro indo para outro nível por terem sido banhadas pelo choro de Atena e assim por diante. Tudo aquilo que já vimos em outrora e em outras “Eras”.

Mesmo assim o roteiro tem crescido bastante e a luta contra Loki tem se tornado extremamente interessante.

Nesse episódio Loki, quase morto, conseguiu recuperar a Lança Gungnir e ter seu cosmo elevado, além é claro de causar um grande estrago em Asgar. Lyfia, que pra mim é a “carta na manga” do roteiro (tudo que precisa ser resolvido passa por ela) apareceu com uma historinha de rezar por todas as vidas na terra e como um passe de mágica (encoberto por uma luz verde) todas as armaduras de ouro voltaram a brilhar. 
Esse foi o momento em que pensei: “lá vem mais uma solução mandrake”, mas não é que conseguiram justificar o ressurgimento dos 12 cavaleiros de ouro? Mesmo que isso não tenha sido o bastante para explicar o porquê das armaduras estarem ressoando seus cosmos novamente, já é um alento por ver que o roteiro se esforça a criar uma história no mínimo coerente.

Só fiquei com uma dúvida, se a armadura de Odin foi derrotada com um golpe, como podemos crer que os 12 cavaleiros de ouro (já derrotados anteriormente) conseguiram vencer Loki, mesmo conseguindo tirar a precisão da Lança Gungnir? Espero que o roteiro continue se esforçando para nos fazer crer nessa vitória.

Só pra encerrar, sou somente eu que espero que mais alguma mitologia da deusa Atena volte a aparecer? Fico ali torcendo para que alguém do universo que conhecemos também apareça (mesmo sabendo que os cavaleiros de bronze não tem a menor chance de entrar na história). Será?


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