GLEE - S05E17 - OPENING NIGHT

Por Giulliana Moreira

24 de abril de 2014


SPOILERS ABAIXO
A noite em que tudo começa. Podemos ver nossa Rachel Berry estrear no que ela nasceu para ser: estrela da Broadway. Desde sempre, seu objetivo principal era esse e é muito bom ver se concretizando. Mas quem diria que até Rachel Berry que se preparava para isso desde os primórdios da sua vida iria ficar nervosa e com a confiança abalada. Adorei a cena em que todos tentavam animá-la. “You of all people should know that Barbra dropped the A at the age of 18 as an act of rebellion. WHO WROTE THIS? TINA?”

Já estava sentindo falta do McKinley, foi bom ver pelo menos um pouquinho. Queria que o Mr. Schue tivesse conseguido assistir à estreia. E da Sue pensei que ela seria mais condescendente com a situação. E quem diria que ela iria encontrar o amor nas ruas de Nova York? Vimos um lado mais ~wild~ dela e que aparentemente acabou por aí.
E apesar do nervosismo, Rachel superou e arrasou. “I’m The Greatest Star” no primeiro ato foi sensacional. Enquanto rolava essa cena acho que não fui a única a pensar: YES, YOU ARE!

O segundo ato, passado o baque inicial, veio com uma carga emocional enorme. “Who Are You” remete à Rachel lembranças sobre o Finn e como qualquer menção dele eu já derreto em lágrimas, dessa vez não foi diferente. Porém, mesmo com essa carga emocional de Finn, gostei da participação da Sue nela.

Show acabou e é hora de comemorar! Com o aval do produtor, só faltava o do crítico do New York Times e até lá, nada melhor do que não esquentar a cabeça e comemorar com as pessoas que você ama e que te amam. E foi exatamente isso que aconteceu. Ainda não identifiquei o que era aquele clube (?) mas gostei do clima, da dança, da música e é isso que importa basicamente. Com quem se está e como está.
De manhã, chegada a hora de ler a crítica, não podia ser diferente do que uma positiva. Todos lendo um pedacinho da crítica foi tão amorzinho, eu senti amor naquela cena, de verdade. E para completar, Mr. Schue dando notícias do seu baby boy. Daniel Finn Schuester. Um gesto tão singelo, e não vejo diferente vindo de Emma e Will.

As minhas considerações finais a esse episódio se resumem em: amor e perseverança. Com isso, se alcança qualquer lugar que se quiser. (sorry, não resisti a essa frase clichê, porém verdadeira.)

E aí, o que acharam do episódio? Comente sua opinião.


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