SHERLOCK - S03E02: THE SIGN OF THREE

Por Alvaro Luiz Matos

10 de janeiro de 2014

SPOILERS ABAIXO:
Posso deixar o lado analista de fora e falar como um fã? Sherlock é incrivelmente rápido, incrivelmente sagaz, é incrivelmente bom.

Pronto, acabou minha review... É só isso que tenho a dizer... É incrível.

Agora se quiser ler mais algumas opiniões venha comigo:


- Sociopata de alto funcionamento, E COM O SEU NUMERO. (Da pra não ri da cara que ele faz depois dessa frase?).

- Que roupinha era aquela do Mycroft na esteira?

- Ainda na sessão cenas impagáveis, que tal o convite que o Sherlock recebeu para ser padrinho. O cara é inteligente pra tudo, menos para o convívio social (o que rende boas piadas).

- E o que falar do discurso? Sem Palavras.

É simplesmente lindo ver que o casamento serviu para dar abertura ao caso da semana, introduzindo-o de forma peculiar e natural (Sim isso parece ser uma antítese). La pelo meio do episódio não parecia haver um caso definido e nem uma história tão linear. Por alguns instantes achei que o episódio iria se focar em casos pequenos e contar história atrás de histórias (Chegou até me incomodar quando ambos estavam bêbados).

Porem o episódio deu uma guinada boa e começou a juntar todos os cacos soltos, criando assim uma tensão e uma curiosidade muito grande por parte do espectador. O Caso se tornou interessante e ficou a cada momento mais ágil, rápido e alucinante.

A série tem o costume de começar seus episódios com uma narrativa lenta, com piadas, envolver o espectador, desenvolver o roteiro e ligar os pontos no final. Isso faz com que sejamos brindados com um encerramento no mínimo impecável.

Toda a união de um caso com outro, toda a dinâmica no final do episódio, todas as menções a obra de Arthur C.D., a atuação do protagonista e principalmente o cuidado com a filmagem, com o cenário e a linguagem utilizada, forma o que eu chamaria de “Obra Prima da Teledramaturgia”.

E se não bastasse ainda terminamos com uma ultima deduçãozinha. Tem mais um “Watson” vindo por ai.


Só pra encerrar, me desculpem a falta de palavras, mas o episódio é tão alucinante que ou faço um resumo e coloco nele as minhas sensações, ou faço um testamento e vou dizer tudo o que gostei (o que em minha opinião fica repetitivo).

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