THE MENTALIST - S06E09: MY BLUE HEAVEN

Por Dana Rodrigues

2 de dezembro de 2013


 SPOILERS ABAIXO:
E nossa série favorita tem um novo começo. Esse marcado por um episódio que para a surpresa de muitos foi extremamente agradável, muito gostoso de assistir. 

“My Blue Haven” simbolizou para mim o “céu azul” do ambiente que Jane estava (praia) e também pelo término do "céu escuro" em que estava sua vida, marcada pela sede de vingança contra Red John.Achei que iria achar estranho o tempo ter passado e as coisas mudado completamente, e visto as críticas negativas estava com certo preconceito de ver esse episódio. Na verdade, mudei de ideia ao ver um “The Mentalist” light, diferente, mas com os mesmos personagens (e alguns novos). O início do episódio foi um pouco lento, mas entendo que por ser praticamente uma nova série e ao mesmo tempo a continuação dos eventos do episódio anterior, tínhamos de ver de verdade como estava Jane. Patrick me pareceu feliz, adaptado (gostei do plot da ilha, dos personagens que renderam boas risadas), mas ao mesmo tempo sozinho, tanto é que caiu no papo da agente do FBI. Não sei se é pelo fato de sempre torcer por Jisbon, mas não gostei dessa agente e acho que teremos problemas futuros com ela (um triângulo amoroso não, por favor).
Eu achei a Lisbon super estranha no trabalho novo na polícia, não acho que combinou com ela. Já no caso de Rigsby e Van Pelt, achei o contrário, eles parecem realizados e felizes. Sobre o Cho, nem vou comentar muito porque só fiz dar risadas quando ele apareceu. 

Quando Abbot descobriu o paradeiro de Jane eu pensei: “não é possível que só por causa daquela concha no escritório da Lisbon”. Ele falou que foi pelas cartas. Essa foi a parte do episódio que precisou de explicações melhores, para mim não ficou tão clara essa busca frenética do FBI por Patrick Jane. O plot do traficante foi genial, me fez lembrar o porquê de curtir tanto esse personagem tão leve e inteligente e ao mesmo tempo misterioso.  Todo o esquema de mentalista me fascina, acho fantástico. 
Sobre os termos de Jane, eu suspeitava que, por natureza, Abbot iria dizer que não era válido. Não esperava que Kim Fischer fosse uma agente do FBI, mas concordo que soaria muito aleatório ela aparecer do nada na ilha, flertar e cuidar de Jane e no final das contas isso não dar em nada. A questão de Jane trabalhar pro FBI, soa muito “White Collar” para mim, mas também acho que isso é compreensível e faz muito sentido.

Não vou me estender nessa review pelo fato deste episódio soar para mim como quase um “Piloto” e de achar que teremos muitas surpresas nos próximos. Particularmente, me agradei bastante desse início. Algumas pessoas ainda suspeitam que possa aparecer algo relacionado ao Red John, que o episódio anterior não foi o final da saga, mas digo uma coisa: na minha opinião, RJ é passado e acho que se a série continuar no nível desse episódio talvez tenha chances maiores de ser renovada.



Assista a promo do próximo episódio:
Comentário(s)
8 Comentário(s)