THE VOICE BRASIL - S01E10: SEMI-FINAIS - Parte 3

Por Alvaro Luiz Matos

25 de novembro de 2012

AlvaroLuizMatos - @AlvaroLuizMatos

Nessa primeira parte do programa tivemos Ed Mota e Luiza Possi, tivemos Preta e Rogério F. e também tivemos muita gente boa se apresentando nos palcos do The Voice Brasil.

Como foram dois programas, eu também dividi minha review em duas e evitei falar demais para que isso não fique muito extenso. Vamos às apresentações?

Team Daniel:
Liah Soares:
Ela é uma das minhas favoritas e mesmo assim não gostei muito da versão que ela fez de Renato Russo. Tudo se encaixou no seu estilo e acabou mostrando que ela é uma cantora completa que além de interpretar tem sua personalidade nas músicas que canta. Mesmo que a versão não tenha agradado tanto assim (também não odiei, que fique claro) a voz dela me agrada demais.

Alma:
Alma é brasileira não é? Por maior dificuldade que ela possa ter com o português ela tem sangue canarinho correndo nas veias. Sua voz é realmente muito bonita e o problema fica mesmo na dificuldade que ela tem com o idioma (que é mínima), mas deixa a música um pouco presa.

Priscylla Lisboa:
Quanto mais o programa se afunila, mas difícil dizer que está ou aquela foi mal. O que posso dizer que acaba fazendo alguma diferença é o repertório, a escolha da música e alguns pontos e técnicas vocais. Priscylla talvez erro na música (internacional), pois achei sua apresentação muito bem feita.

Resultado:
Priscylla acabou mesmo errando na escolha da música e o público de casa já anda percebendo e valorizando quem canta em português.

Teal Milk:
Bella Stone:
Primeiro vale dizer que ela não parece ter 22 anos nem aqui e nem na china. O estilo musical de Bella é tão maduro e decidido que é difícil acreditar em sua pouca idade. Não sou fã das músicas que ela vem cantando, porem da pra perceber que ela tem uma boa flexibilidade vocal o que lhe ajuda tanto em músicas internacionais quanto nacionais.

Grace Carvalho:
Tive uma pequena impressão de que ela não teve tempo o suficiente para arrumar o cabelo, hsuahs. Brincadeiras a parte, Grace é sambista é uma boa cantora, mas sempre senti que faltava algo a mais nela, algo que a diferenciasse para que ela se tornasse uma favorita e disputasse mesmo o programa. Talvez a emoção que o Rafah tem ao cantar a ajudaria em sua carreira.

Thalita Pertuzatti:
Ela até que vai certinho quando está em um tom baixo, não desafina em tons altos (as vezes sim), mas a voz dela não me agrada. Ela tem uma voz que arde os meus ouvidos e acaba me incomodando todas as vezes que ela joga as notas no alto.

Resultado:
Se o programa chama “A Voz”, e se eu fosse o diretor, Thalita não estaria ali. Ela canta bem e eu reconheço, mas os meus ouvidos não conseguem aguentar. Grace foi das três a menos convincente e acabou sendo eliminada.

Team Lulu:
Patrícia Rezende:
Se durante a batalha ela sobreviveu por causa de um erro e cresceu para se mostrar uma vencedora, dessa vez ficou faltando emoção e às vezes até sobrando momentos desafinados.

Lorena Lessa:
Poderia passar dias ouvindo a voz dessa menina, ainda mais com um repertório tão gostoso que tem Renato Russo, Cazuza e outras tantas feras da música nacional. Tenho vários candidatos, mas começo a achar que ela é quem deveria levar o programa, pois um cd dela seria muito bom.

Luana Mallet:
Quando digo que escolher a música é tão importante quanto cantar bem ninguém me ouve. A escolha vai muito do estilo do(a) cantor(a) e isso acaba me fazendo escolher um partido. Isso pode tê-la prejudicado um pouco.

Resultado:
Lulu não gostou muito da votação de casa, até porque ele preferia que Lorena ganhasse essa já que ele sabe que isso fará diferença na próxima fase. Sobrou para Luana que em minha opinião não devia ter saído agora. Eu tiraria a Patrícia.

Team Brown:
Ludimillah Anjos:
Ela está aqui até agora porque sabe jogar para a galera, sabe trazer pra cima, sabe colocar uma batida e deixar as músicas que canta com muita expressão. Isso emociona.

Mayara Prado:
Não vi nada nela durante as audições a cegas. Mas vi um puta crescimento em seu jeito de cantar. “É o Amor” não é para qualquer um cantar. Ela é mais do que “Thaeme”, mais do que “Maria Cecilia” e mais do que outras cantoras no mundo sertanejo de hoje. (Salve Paula Fernandes que não se compara). Mayara canta porque é aquilo que ela gosta e acaba me lembrando de muito de Roberta Miranda nos seus dias de juventude.

Dani Morais:
Essa garota também é simples, não tem nada muito diferente pra apresentar. Porem tem ginga, tem estilo e tem sempre uma música animada pra cantar. Há tempos não escutava essa música e na hora que ela puxou o refrão acabei torcendo pra que ficasse.

Resultado:
Nada muito excepcional nesse grupo, mas todas mandaram bem e foram lá mostrar ao que vieram. Fiquei com pena da Mayara, mas com a qualidade baixa no mundo sertanejo eu espero que ela consiga uma carreira, pois sei que vai se destacar.

Obs.:1: Quero dizer também que o Leifert vem se destacando demais como apresentador.

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